Edição (ANTERIOR) de Agosto de 2013.


Pratas da casa

Do Univem ao Tocantins, as recompensas da vida docente

Em janeiro deste ano, Humberto Tenório Gomes assumiu a diretoria acadêmica de uma conhecida instituição de ensino superior da região Norte, a Faculdade Católica Dom Orione, na cidade de Araguaína, no Tocantins.
 


             Sua história e sua carreira têm a marca do Univem.

            Graduado e titulado mestre pela instituição, em 2005, Humberto chegou ao Tocantins em junho de 2008, atraído pela possibilidade de deslanchar a carreira acadêmica. Acertou em cheio. Com dedicação e competência, foi agregando às suas atribuições em ensino e pesquisa várias outras experiências, como a coordenação da Comissão Própria de Avaliação (CPA) e das Atividades Complementares, a Ouvidoria e a coordenação do curso de Direito da Católica.
            “Nestes cinco anos na região Norte, acostumei com o calor e me sinto plenamente adaptado”, conta o ex-aluno do Univem.  Há um ano, chegou Arthur, filho de seu casamento com Cirlene, também professora universitária em Araguaína, no Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos.
            Humberto conta que o trabalho como diretor acadêmico é intenso. A instituição ministra os cursos de Direito e de Administração, e deve implantar, já no primeiro semestre de 2014, a graduação em Psicologia. Também estão em processo de elaboração projetos para os cursos de Medicina e Enfermagem, já que a mantenedora da faculdade, a Fundação Educacional Dom Orione, pertence à mesma congregação que mantém o Hospital e Maternidade Dom Orione.
 
Pratas da casa
            Além do professor Humberto, a Católica conta com o talento e a dedicação de outros pratas da casa do Univem.
               Lúcia Maria Barbosa do Nascimento, graduada em 1996 e titulada mestra em Direito em 2006 pelo Univem, também é mestra e doutora em Ciência da Informação pela Unesp. Ela está na Católica desde 2009.  Além da docência, já atuou como procuradora e pesquisadora institucional junto ao MEC. Atualmente, é coordenadora de pós-graduação lato sensu, além de membro do Conselho Superior, representante da direção na CPA e membro do Núcleo Docente Estruturante dos cursos de Direito, Administração e Psicologia. Também orienta iniciação científica e é parecerista de algumas revistas e do CONPEDI. Natural da região, Lúcia conta que nas horas vagas aproveita as belezas do lugar e sai para tomar banho de cachoeira com a família. Um sonho ainda não realizado? “Fazer o pós-doutorado”.
               Patrícia da Silva Negrão já está no Tocantins há 12 anos. Graduada e com especialização pelo Univem, chegou à região em 2001, para prestar um concurso no Ministério Público. Após atuar por algum tempo numa instituição de ensino superior na cidade de Colina do Tocantins, foi convidada a lecionar na Católica, onde está desde 2008. Sua irmã, Priscila Francisco da Silva, também graduada e com especialização pelo Univem, começou lecionando em Colinas e, em 2009, transferiu-se para Araguaína. No momento, além da docência, Patrícia coordena o Núcleo de Prática Jurídica. Priscila dá aulas e coordena a prática simulada do Núcleo. Ambas também atuam como advogadas.
               Outros pratas da casa do Univem já passaram pela Católica e, de lá, trilharam novos rumos. É o caso de Rafael Xavier de Souza e Danielle Mastelari Levorato, ambos graduados e mestres pelo Univem. Atualmente, Danielle é docente na Universidade Federal do Tocantins.
 
Agradecimentos
            Humberto, Lúcia, Patrícia e Priscila guardam muitas boas lembranças do Univem. Os dois primeiros também trabalharam na casa e isso significou um estímulo a mais para prosseguirem nos estudos após a graduação. “Tenho saudades da amada Fundação, à qual devo minha formação, e dos amigos queridos que lá deixei”, diz Humberto. Para Lúcia, os professores do curso de mestrado são inesquecíveis. “Foram verdadeiros mestres!”
            Patrícia e Priscila contam que os laços da família com o Univem são fortes. Além delas, o irmão, Carlos Eduardo, é graduado em Direito pela casa, em 2003. O pai, Roberto, chegou a frequentar o curso até o segundo ano, mas teve que parar quando foi transferido de cidade pelo Banco do Brasil, empresa na qual trabalhava.
            O Univem deseja ótima sorte a todos! Na vida e no trabalho!





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